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Paquistão rejeita declaração de Rice sobre democracia | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Paquistão reagiu com veemência a uma declaração da secretária norte-americana de Estado, Condoleezza Rice, sobre as eleições presidenciais de 2007 no país. Rice, que esteve terça-feira no Paquistão, havia dito a repórteres durante a viagem que “tem de haver, o mundo espera que haja eleições livres, honestas e democráticas no Paquistão em 2007”. O ministério paquistanês de relações exteriores reagiu na noite desta quarta-feira, afirmando que não necessita de “conselhos externos” sobre seu processo democrático. “Esses assuntos dizem respeito ao povo do Paquistão”, expressou, em nota. “Não deve haver dúvidas de que as eleições serão livres e justas. Este é um compromisso da liderança e do governo do Paquistão.” Segundo o ministério, o assunto não foi tratado no encontro entre Rice e o presidente Pervez Musharraf. O general Musharraf, aliado dos Estados Unidos na chamada “guerra contra o terror”, assumiu o poder após um golpe de Estado em 1999, e concedeu a si mesmo mais cinco anos no governo em 2002. As eleições presidenciais do ano que vem ocorrem quase simultaneamente ao pleito legislativo. Mas o presidente Musharraf, que controla o atual parlamento, tem relutado em se submeter a um novo escrutínio com um novo parlamento, sobre o qual seu controle seria incerto. |
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