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Bachelet nomeia gabinete 'paritário' no Chile | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A presidente eleita do Chile, Michelle Bachelet, nomeou nesta segunda-feira dez homens e dez mulheres para o seu gabinete, que tomará posse junto com ela no próximo dia 11 de março. "Este gabinete dá um passo histórico em matéria de igualdade entre homens e mulheres. Temos um gabinete paritário, tal como eu prometi durante a campanha", disse a futura presidente. Entre as áreas comandadas por mulheres, estão Defesa (Vivianne Blanlot, Partido pela Democracia), Mineração (Karen Poniatchik, Independente), Coordenação Governamental (Paulina Veloso, Socialista) e Saúde (Maria Soledad Barria, Socialista). A própria Bachelet foi ministra da Saúde e da Defesa antes de se candidatar à Presidência. Entre os Ministérios que serão ocupados por homens, estão o das Relações Exteriores (Alejandro Foxley, Cristão Democrata), Finanças (Andres Velasco , Independente) e Interior (Andres Zaldivar, Cristão Democrata). Bachelet disse que deve anunciar em breve os ministros de duas novas pastas que existirão no seu governo, a do Meio Ambiente e a da Segurança Pública. Segundo ela, o novo gabinete "é o reflexo do novo estilo de governo" a que ela se propôs. "Combino caras novas com experiência, porque é assim que entendo que devemos governar." "O melhor da experiência acumulada nesses anos de bom governo (do seu antecessor, o também socialista Ricardo Lagos), unido ao entusiasmo e ao frescor das novas idéias", acrescentou. Bachelet se tornou a primeira mulher a conquistar a Presidência do Chile ao vencer as eleições do último dia 15 de janeiro, quando disputou o segundo turno com o candidato Sebastián Piñera. |
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